Archive for the ‘#Jean-Luc Godard’ Category
Weekend à Francesa (1967)
• Título Orignal: Week End.
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Jean-Luc Godard
• Gênero: Aventura/Comédia/Drama
• Origem: França/Itália
• Duração: 105 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Francês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Um casal resolve fazer uma viagem até a casa dos pais da moça e, no caminho, vai se deparando com situações e pessoas cada vez mais surreais, que denunciam uma realidade apocalíptica provocada pelos problemas sociais. Comédia satírica e política de Godard.
Acossado (1960)
• Título Original:À bout de souffle
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Jean-Luc Godard, François Truffaut
• Gênero: Drama/Policial/Romance
• Origem: França
• Duração: 87 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês/Inglês
• Legenda: PT-BR
• Cor: P&B
Homem rouba um carro e mata um policial antes de seguir para Paris. Lá, ele se esconde na casa de uma mulher, que tem o desejo de ser engravidada por ele. Quando ele perde a consciência e comete alguns pequenos delitos, dá também a brecha para os policiais o acharem e darem início a sua perseguição final.
Duas ou Três Coisas Que eu Sei Dela (1967)
• Título Original: 2 ou 3 choses que je sais d’elle
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Catherine Vimenet (carta), Jean-Luc Godard (escritor)
• Gênero: Comédia/Drama
• Origem: França
• Duração: 87 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Neste filme, ‘ela’ se refere tanto a Paris, quanto ao personagem de Juliette Janson e a atriz que interpreta ela, Marina Vlady. O filme é uma espécie de documentário dramatizado, ilustrando e externando a vida sem emoção das pessoas na nova Paris dos anos 60, consumida pelos acontecimentos ao redor do mundo.
Viver a Vida (1962)
• Título Orignal: Vivre sa Vie: Film en Douze Tableaux
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Marcel Sacotte (Livro)
• Gênero: Drama
• Origem: França
• Duração: 83 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Preto e Branco
Uma seqüência de doze segmentos desconectados apresenta a trajetória de uma jovem mulher entrando no mundo da prostituição em Paris. Godard neste filme cria uma atmostera analítica e sensual, conseguindo resgatar uma beleza gélida e austera.
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Fazer uma crítica à Godard, o cineastra filósofo, não é a coisa mais simples do mundo, por isso, talvez, essa “crítica” seja um tanto equivocada e subjetiva. O que falar de um cineastra que faz filmes como se fossem livros de filosofia ? Narrações, diálogos, enredo, roteiro, elenco e outros coisas mais, fazem parte dos filmes de Godard. Confesso que sou um apaixonado pelas obras dele, e tento analisar de um certo ponto de vista crítico, isso é, filosófico. Sem mais delongas, vamos à minha apologia.
Extremamente genial, poético, filosófico, dramático e existencialista. Vivre sa vie é um daqueles filmes que você assiste e fica com ele na mente, ou melhor dizendo, na sua alma. As questões abordadas pelo filme, a temática apresentada com grande estilo e arte, fazem com que nós pensemos em toda questão dramática da vida. O tema abordado por Godard é simplesmente a vida. A busca pelos sentidos da vida, a conceitualização do que é a vida, a metafísica da vida, apresentando uma série de indagações subjetivas e objetivas.
Além de tudo, ainda conta com uma técnica engajada no filme, isso é, percebe-se alguns elementos da filosofia. Godard entra primeiramente com a questão socrática, isso é, a indagação ou refutação para a catarse do conhecimento, ou seja, dialética, a forma de perguntar e responder elaborando conhecimento, através de teses e antíteses. Godard em alguns segmentos mostra o caráter crítico diante da sociedade, tentando eliminar preconceitos. Ainda conta com elementos existencialistas, isso é, à grosso modo, a ideia de que a existência precede à essência, mostrando de forma clara que nós é que escolhemos os nossos atos. E um dos pontos também que analisei, foi o fator linguístico, onde Godard parece mostrar a ideia de problema da linguagem. Dentre de algumas referências, acredito que nesse filme há: Sócrates, Shopenhauer, Hegel, Heidegger, Sartre,Platão, Edgar Poe e Wittgeinsten, ou seja, em termos filósoficos, temos(à partir de uma interpretação minha) o Existencialismo, pessimismo e a crítica à linguagem.
Com uma atriz principal de tirar o fôlego, uma filmagem um tanto clássica e alternativa, diálogos excelente e frases marcantes, temos uma das obras que qualquer cinéfilo deveria assistir. Viver a vida.
“A verdade está em tudo, até mesmo no erro”.
Mais que digno de cinemacultura.
Obs: Lembre que é minha interpretação, e sim, talvez, subjetiva e que eu fiz uma certa propaganda do filme.(É um dos filmes que mais gosto.)
Ogata O’gara
Desprezo, O (1963)
• Título Orignal: Le Mépris
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Alberto Moravia (romance), Jean-Luc Godard (roteiro)
• Gênero: Drama
• Origem: França/Itália
• Duração: 106 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês/Inglês/Alemão/Italiano
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Paul Javal é um roteirista que vai a Roma para trabalhar em uma adaptação da obra A Odisséia, que contará com a direção do cineasta alemão Fritz Lang. Enquanto decide os últimos detalhes para aceitar o trabalho, sua relação com a esposa, Camille, começa a desabar, em um jogo de paixão, ciúmes e desprezo.