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Archive for the ‘-Cinema Mudo’ Category

Limite (1931)

• Direção: Mário Peixoto
• Roteiro: Mário Peixoto
• Gênero: Drama
• Origem: Brasil
• Duração: 120 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: s/d
• Legenda: s/l
• Cor: P&B

O tema é a ânsia do homem pelo infinito, seu clamor e sua derrota. A situação é um barco perdido no oceano com três náufragos – um homem e duas mulheres. O filme começa no barco onde os náufragos estão abatidos, deixaram de remar e parecem confortados com seu destino, daí começam então a contar suas histórias.
“Limite”, que jamais foi exibido comercialmente – e é, talvez por isso, um filme mais comentado do que visto -, pode ser considerado como um dos filmes de avant-garde mais discutidos tanto no plano nacional quanto internacional. Estreou em 17 de maio de 1931 para sócios e convidados do Chaplin Club no Capitólio. Adhemar Gonzaga, inicialmente convidado para dirigi-lo, não aceitou, indicando Edgar Brasil para realizar e fotografar e Ruy Costa como assistente. As primeiras cenas foram tomadas com máquina emprestada pela Phebo Brasil Film, de Cataguases. Agenor Cortes de Barros, dono do Engenho Central Brasil, de Cataguases, ao ceder a máquina, escreveu para Adhemar Gonzaga: “o Edgar levará a máquina da Phebo, mas preciso que me informe o tempo que vai ficar com a referida máquina, e se o Sr. Mário Peixoto é pessoa que possa responsabilizar-se em um caso de acidente que haja com a máquina, ou mesmo inutilizá-la durante a filmagem”. Quando Adhemar Gonzaga pediu à Tibor Rombauer a apresentação de Limite nos cinemas da Paramount, as condições impostas pelo diretor da distribuidora foram apenas de uma sessão especial, das lOh3Omin às l2h, nos cinemas Império ou Capitólio, do Rio de janeiro, com aluguel de 200 000 e mais carta de fiança com garantia contra qualquer estrago feito pelo público ante sua reação ao filme. E Mário Peixoto assim referiu-se posteriormente sobre Ruy Costa: “Ninguém melhor do que ele conhece um cenário, uma continuidade, um ritmo, o valor ou a capacidade de uma imagem”.Mário Peixoto nasceu em Bruxelas em 1908 e morreu no Rio de Janeiro em 1992. Seu único filme concluído foi “Limite”, mas ele deixou fragmentos de outros filmes e roteiros prontos. Publicou um romance em vários volumes, “O Inútil de Cada Um” (1984). A primeira restauração de “Limite” começou a ser feita em 1960 e só ficou pronta em 1977. A película de 35 mm com base de nitrato estava entrando em decomposição, a ponto de uma pequena parte ter se perdido. A nova restauração vem sendo realizada há mais de cinco anos, sob a supervisão de Saulo Pereira de Mello, diretor do Arquivo Mário Peixoto.

1,35GB / AVI / IMDB / TRAILER

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Lot in Sodom (1933)

1• Direção: James Sibley Watson, Melville Webber
• Roteiro: James Sibley Watson,Melville Webber
• Gênero: Drama/Curta
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 28 minutos
• Tipo: Curta-metragem
• Diálogo: S/d
• Legenda: S/l
• Cor: P&B

Curta-metragem mudo de caráter experimental baseado no conto bíblico da cidade de Sodoma, com técnicas experimentais, sobreposição de imagens e alusões ao homoerotismo, ao universo da orgia, do êxtase e do pecado.

350MB / AVI / IMDb

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Gabinete do Dr. Caligari, O (1920)

• Título Original: Das Kabinett des Doktor Caligari
• Direção: Robert Wiene
• Roteiro: Carl Mayer, Hans Janowitz
• Gênero:Terror
• Origem: Alemanha
• Duração: 71 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: S/D
• Legenda: PT-BR
• Cor: Preto e Branco

Um clássico do filme de terror, realizado no tempo em que o cinema ainda não falava. Mas as belíssimas imagens (que criam um tom meio surrealista) valem mais que mil palavras. O malvado Dr. Caligari hipnotiza um jovem e o induz a matar várias pessoas. Tudo se complica quando ele se recusa a assassinar uma bela jovem. Num toque de mestre, realiza um filme sob a ótica de um louco: daí as distorções e deformações das ruas, casas e pessoas.
“O Gabinete do Doutor Caligari” (1919) foi uma das primeiras obras do Expressionismo Alemão , que privilegiva os estranhos efeitos de luz e sombra na composicão de climas psicológicos, alem de usar cenários e ângulos de câmera distorcidos.
O prólogo e o epílogo não existiam na versão original, que pretendia ser um ataque a autoridade social. A remontagem imposta pelos produtores alterou o significado do filme, fazendo com que a ação passasse a representar o delírio de um louco. Mas isso não afetou sua qualidade cinematográfica. Ao contrário, contribuiu para tornar a trama ainda mais intrigante.
Os cenários, criados em pedaços de madeira e pano pelos pintores expressionistas Walter Reimann e Walter Rohrig e pelo cenógrafo Hermann Warm, ainda existem e fazem parte do acervo do Museu do Cinema Henri Langlois, em Paris. Fritz Lang, que se tornaria um célebre diretor alemão dos anos 20, colaborou no roteiro.

700MB / AVI / IMDb

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Alice no País das Maravilhas (1903)

1• Título Original: Alice in Wonderland
• Direção: Cecil M. Hepworth, Percy Stow
• Roteiro: Lewis Carroll (romance), Cecil M. Hepworth (escritor)
• Gênero: Fantasia
• Origem: Reino Unido
• Duração: 8 minutos
• Tipo: Curta-metragem
• Diálogo: Sem Diálogo
• Legenda: Sem Legenda
• Cor: Preto e Branco

Primeira adaptação para o cinema da clássica história de Lewis Carroll, sobre uma garota que segue um coelho branco de colete e relógio e cai em um buraco que a leva a um mundo cheio de fantasia e imaginação.

94,7MB / AVI / IMDb / TRAILER

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La Maison Ensorcelée (1908)

1• Direção: Segundo de Chomón
• Roteiro: Segundo de Chomón
• Gênero: Fantasia/Terror
• Origem: França
• Duração: 6 minutos
• Tipo: Curta-metragem
• Diálogo: Sem Diálogo
• Legenda: Sem Legenda
• Cor: Preto e Branco

 

Um grupo se abriga numa estranha cabana durante uma nevasca.

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