Archive for the ‘#Krzysztof Kieslowski’ Category
Dupla Vida de Veronique, A (1991)
• Título Orignal: La Double Vie de Véronique
• Direção: Krzysztof Kieslowski
• Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
• Gênero: Drama/Fantasia/Romance
• Origem: França/Noruega/Polônia
• Duração: 98 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês/Polonês/Italiano
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Veronika vive na Polônia. Veronique vive em Paris. Elas não se conhecem. Veronika consegue uma vaga em uma escola de música, trabalha duro, mas tem um colapso em sua primeira performance e morre. Neste ponto, a vida de Veronique parece mudar e ela decide não ser mais seguir a carreira musical. Filme vencedor do prêmio de melhor atriz (I. Jacob), prêmio FIPRESCI e prêmio do júri ecumênico no Festival de Cannes.
Fraternidade é Vermelha, A (1994)
• Título Orignal:Trois couleurs: Rouge
• Direção: Krzysztof Kieslowski
• Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
• Gênero: Drama
• Origem: França/Polônia/Suíça
• Duração: 99 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Valentine é uma jovem que acaba descobrindo que um velho juiz aposentado espiona seus vizinhos através de ligações telefônicas. A partir daí os dois começam a se relacionar numa história de redenção, perdão e compaixão.
Igualdade é Branca, A (1994)
• Título Orignal: Trzy Kolory: Bialy
• Direção: Krzysztof Kieslowski
• Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
• Gênero: Drama
• Origem: França/Polônia/Suíça
• Duração: 89 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
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Liberdade É Azul, A (1993)
• Título Orignal: Trois couleurs: Bleu
• Direção: Krzysztof Kieslowski
• Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
• Gênero: Drama
• Origem: França/Polônia/Suíça
• Duração: 97 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diáologo: Francês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Após um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de uma famosa modelo (Juliette Binoche), ela decide por renunciar sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicício, ela volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada de seu marido, que era um músico de fama internacional.
Não Amarás (1988)
• Título Orignal: Krotki Film o Milosci
• Direção: Krzysztof Kieslowski
• Roteiro: Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz
• Gênero: Drama/Romance
• Origem: Polônia
• Duração: 90 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Polonês
• Legenda: PT-BR
• Cor: Colorido
Tim é um órfão de 19 anos, que mora com uma velha senhora, mãe de um amigo seu. Tímido e solitário, passa suas noites a observar com uma luneta, da janela de seu quarto, sua vizinha, uma mulher mais velha pela qual acabou se apaixonando. Obcecado por ela, o rapaz arquiteta planos para fazer com que seus destinos cruzem, como enviar bilhetes de correio falsos e entregar leite todas as manhãs em sua casa. Quando finalmente consegue chamar sua atenção, as coisas acabam acontecendo de forma inimaginada. Versão estendida para o cinema da parte seis da série Decálogo, composta de dez episódios onde o diretor polonês traz uma visão contemporânea dos mandamentos bíblicos.
Dramático, poético, romântico e doentio. Talvez é o que a paixão seja, talvez não. Krzysztof Kieslowski é um diretor que recebe no mínimo respeito, e essa obra não só merece respeito, como também merece a honra de estar aqui no cinemacultura. Com um roteiro artístico e um tema romântico, Krzysztof Kieslowski elabora no filme, aspectos sobre a vida solitária de um adolescente, expondo de maneira delicada o sofrimento da paixão, a serenidade de um ser humano e características marcantes da amor platônico. Não seria uma obra filosófica, mas sim poética (E há quem diga, como Herder, Holderlin, Schilling etc que a poesia é a arte que mais se assemelha com a filosofia…) com atores extremamente eloquentes, delicados, do qual mostram a sensibilidade do ser humano. A emoção vence a razão ? Seria um filme de característica romântica alemã? idealista? Apenas concluo que é um ótimo filme de drama romântico, apesar de melancólico, nos atrai com a paixão e sensibilidade humana. Ogata O’gara @ogataogara