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original• Título Original: Kiss Me, Stupid
• Direção: Billy Wilder
• Roteiro: Anna Bonacci, Billy Wilder, I.A.L. Diamond
• Gênero: Comédia, Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 125 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: Português
• Cor: Preto e Branco
• Tamanho: 874 MB
• Qualidade: 720p – Mp4
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Quando o mundialmente reconhecido cantor “Dino” (Martin, em uma hilariante paródia) passa por Climax, Nevada, ele não esperava conhecer dois aspirantes a compositores com um plano de sequestrá-lo e mantê-lo preso para que escute suas canções. O que eles não sabiam era do insaciável apetite de Dino…por mulheres e vinhos! E quando um dos compositores descobre que a sua própria esposa já foi presidente do fã-clube de Dino, ele contrata uma esposa substituta (Kim Novak) para deixar o cantor “cheio de vontade” de comprar suas músicas!

 

 

TORRENT + LEGENDA

 

 

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japa• Título Original: Dare mo Shiranai
• Direção: Hirokazu Koreeda
• Roteiro: Hirokazu Koreeda
• Gênero: Drama
• Origem: Japão
• Duração: 141 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Japonês
• Legenda: Português (No torrent)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,95GB
• Qualidade: DVDRip – AVI
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Quatro irmãos mudam-se com sua mãe para um pequeno apartamento em Tóquio, sendo que todos têm pais diferentes. As crianças nunca foram à escola e apenas o filho mais velho entra caminhando normalmente no novo apartamento, com os outros chegando escondidos em malas. Ninguém pode ficar sabendo que mais de três pessoas vivem ali, sob o risco de serem expulsos. Tudo vai bem até que, um certo dia, a mãe (You) vai embora, deixando para o filho mais velho, Akira (Yuya Yagira), de 12 anos, um bilhete e um pouco de dinheiro. Começa então o duro processo de amadurecimento precoce de Akira.

 

 

TORRENT

 

 

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clint• Título Original: Two Mules for Sister Sara
• Direção: Don Siegel
• Roteiro: Budd Boetticher, Albert Maltz
• Gênero: Aventura, Guerra, Romance
• Origem: Estados Unidos, México
• Duração: 116 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Espanhol, Francês, Inglês, Latim
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,69 GB
• Qualidade: 1080p – Mp4
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Nesta aventura desenfreda e anárquica que se desenrola no México do século XIX, Clint Eastwood vive um mercenário americano que salva uma freira dos seus pretensos molestadores. Mais tarde, ele descobre que este encontro casual foi um golpe de sorte, já que ela sabe muito acerca dos oficiais do quartel que ele planeja invadir.

 

 

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titanic• Título Original: Revolutionary Road
• Direção: Sam Mendes
• Roteiro: Justin Haythe, Richard Yates
• Gênero: Drama, Romance
• Origem: Estados Unidos, Reino Unido
• Duração: 119 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 654 MB
• Qualidade: 720p – Mkv
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April (Kate Winslet) e Frank Wheeler (Leonardo DiCaprio) são um casal jovem que vive no subúrbio de Connecticut com seus dois filhos na década de 1950. A máscara da auto-segurança esconde a enorme frustração que sentem por não serem completos em seu relacionamento ou na carreira. Determinados a conhecerem a si mesmos, eles decidem se mudar para a França. Mas o relacionamento começa a corroer em um ciclo infinito de brigas, ciúmes e recriminações, e a viagem e seus sonhos correm grandes riscos de acabar.

 

 

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miller• Título Original: The Witches of Eastwick
• Direção: George Miller
• Roteiro: John Updike, Michael Cristofer
• Gênero: Comédia, Fantasia, Terror
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 118 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,78 GB
• Qualidade: 1080p – Mp4
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Em uma pequena e conservadora cidade da Nova Inglaterra, Alexandra Medford (Cher), Jane Spofford (Susan Sarandon) e Sukie Ridgemont (Michelle Pfeiffer), entediadas com a vida que levam, se reúnem todas as quintas-feiras para tomarem drinques e conversarem sobre vários assuntos. O principal deles é um homem ideal e, sem querer, invocam Daryl Van Horne (Jack Nicholson), um ricaço misterioso e carismático que se muda para a localidade e se envolve com as três, satisfazendo os desejos delas mas criando uma guerra dos sexos com conseqüências inesperadas.

 

 

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herodes• Título Original: La ley de Herodes
• Direção: Luis Estrada
• Roteiro: Luis Estrada
• Gênero: Comédia, Policial
• Origem: México
• Duração: 122 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Espanhol
• Legenda: Português
• Cor: Colorido
• Tamanho: 691 MB
• Qualidade: DVDRip – AVI
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Em 1949, numa aldeia perdida do México, Juan Vargas, um humilde e ainda puro funcionário público do Partido Revolucionário Institucional (PRI), é enviado para ser prefeito em San Pedro de Saguados. Lá, seu antecessor havia sido assassinado brutalmente pela população.

Escolhido por ser pouco inteligente, o então supervisor de limpeza municipal chega à uma aldeia sem lei, ou melhor, apenas com a lei da corrupção. Vários métodos são experimentados e apenas o crime parece resultar. O outrora simples e honesto Juan transforma-se no mais abominável político pronto a tudo fazer para conseguir extorquir dinheiro do povo.

 

 

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331256• Título Original: La tortue rouge
• Direção: Michael Dudok de Wit
• Roteiro: Michael Dudok de Wit
• Gênero: Animação, Drama
• Origem: Alemanha, Holanda, Japão
• Duração: 80 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: S/D
• Legenda: S/L
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,34 GB
• Qualidade: 1080p – Mp4
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O filme conta a história de um homem perdido em uma ilha e sua luta por sobrevivência, até o encontro com uma tartaruga gigante que muda suas perspectivas.

 

 

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Gillo Pontecorvo é o maestro responsável pela película vencedora dos prêmios Leão de ouro (1966) e BAFTA de Cinema (1972). Seu filme, La battaglia di Algeri (A Batalha de Argel) lançado em 1966, faz jus aos prêmios e talvez seja uma das peças mais icônicas da cinematografia.

Mais que uma leitura histórica e política num formato “filme pseudo-documentário”, A Batalha de Argel nos traz em seu cerne, por meio da linguagem fílmica, a representação da contradição gerada pela colonização. Nessa análise, a nota tônica do texto será de convidar você a auscultar o trabalho sensível de Gillo Pontecorvo, alçado na instrumentalização da contradição, fruto dos movimentos de colonização do século XIX.

O filme possui a áurea do prestígio por um simples motivo: ele é (e infelizmente será) o retrato de nosso presente. Quem assistir a batalha como pura e simplesmente luta entre opressores e oprimidos, terá um aproveitamento mínimo da obra, e quem interpretar única e exclusivamente como o hasteio da bandeira revolucionária pelos argelianos, castrará o florescer de sua alteridade. A situação histórica e como ela é narrada pelo filme pode ser ligada aos acontecimentos recentes na França. Se fôssemos pela paixonite da revolução ao assistir o filme, tenderíamos a achar o atentado de Charles Hebdo como o triunfo dos “oprimidos”, e nisso esqueceríamos do primordial: que nem um e nem outro deveriam estar na situação de conflito, que não deveriam jamais serem categorizados na binaridade entre opressor e oprimido.

Uma cena é a chave mestra para entender o que digo. Mas antes, creio que seja importante amassar o pão.

O básico para entender o contexto histórico que o filme retrata: Argel está na Argélia, bem ao norte, beirando ao Mar Mediterrâneo e próxima ao Estreito de Gibraltar. Sua geografia favorece o acesso ao mercado mediterrâneo e por isso, há maior facilidade de importação & exportação comercial.

O continente africano tem um longo histórico de resistência contra as tentativas de colonização britânica, holandesa e francesa. Já há muito tempo vinha resistindo contra os movimentos de colonização. Os interesses pela aquisição de terras coloniais estavam ligadas diretamente à prosperidade econômica das potências colonizadoras, tanto é que essa briga colonial se estende até o século XVIII, e resulta muito no que os continentes ex-colonizados são hoje (vejamos o Brasil e sua herança da arquitetura inspirada no medievo português, quantas ruas tortas e bairros construídos sobre morros nos é comum? Quantas ruas em zigue-zague e chãos tórpidos almofadam nossos passos diários?)

A Argélia foi colonizada em 1830 pelos franceses e anexada a França em 1865. Em 1873 a Lei Warner garantia aos franceses a compra de terras argelinas, iniciando assim a produção agrícola para a comercialização externa, além de incentivar a povoação francesa no local. Esse movimento de imigração vinda da Europa para a Argélia causa a desapropriação territorial e marginalização dos argelinos, que perdem suas terras para as atividades agriculturais.
Charles de Gaulle, general francês que liderou suas tropas durante a Segunda Guerra, prometeu a liberdade e independência para os argelinos ao fim do conflito contra os nazistas. Finalmente a Argélia iria liberta-se do domínio Francês! Em 1945, ano do término da Segunda Guerra Mundial, a promessa de Gaulle não se cumpre. Os argelinos que saíram as ruas comemorando finalmente a independência, foram banhados por uma onda de repressão vinda das tropas francesas. Deu-se caldo para o conflito entre o governo e os movimentos pró-independência. A partir disso, candidatos, jornais, transmissões, manifestações ou reuniões públicas que ousassem tocar no assunto da independência, eram reprimidos pelo exército francês. Pouco a pouco movimentos de anti-colonização e de teor nacionalistas se opõem à presença francesa.
Enfim, os argelinos, descontentes com a imposição colonialista, formam a FLN – Frente de Libertação Nacional, e também a sua extensão armada, a ELN – Exército de Libertação Nacional. A partir de 1954 as tensões entre argelinos e franceses engrossam. Em 1956 ocorre o atentado ao Milk Bar  na região central do bairro francês, causando alarde e preocupação para o governo. Começa uma disputa entre o governo e a FLN. O exército francês tenta contornar a situação por meio das propagandas e medidas de segurança. Para a contenção do movimento revolucionário e novos atentados,  o governo francês apela para as forças paraquedistas comandadas pelo general Jacques Massu, iniciando assim, no ano de 1957, a Batalha de Argel.

Um último detalhe, os argelinos são da cultura muçulmânica.

O filme é muito bem colocado e alinhado com os fatos históricos, há uma engenhosidade em contar os acontecimentos de forma rítmica e tristemente bela. Existe forte convite ao entendimento desse período conturbado da história argelina (que se arrasta desde 1830), e claro, é notório a capacidade de transportar o espectador para o passado cruento de Argel. É uma obra de arte por simplesmente conseguir nos implantar as sensações de estar lá, e de praticar nosso esforço de entender um passado em particular.

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Por trás dessa narrativa adormece o tempero para a construção e elucidação desse mundo binário. Não há muita dificuldade em enxergar dois mundos no mesmo espaço. Os cenários são a inversão de cores do outro, quando rico e bem-talhado, trata-se do mundo francês, quando desorganizado e empilhado, o bairro dos muçulmanos.

A marca da colonização é exposta a todo momento no filme. A binaridade faz questão de estar presente, não esconde o desgosto de dividir duas etnias pela sua fala, vestimenta e aparência. Quando tentam interagir uns com os outros, ou termina em situação de combate ou de subjugo.

Mostrar a dicotomia do mundo colonizado é a grande contribuição do filme? Na verdade, é algo um passo atrás disso. Vamos a cena que esclarece a sensibilidade do filme.

Vestir-se como o inimigo, e nele perder sua essência e cultura. Isso é a estratégia usada pelos integrantes da FLN para implantar suas bombas-relógios nos espaços franceses. A camuflagem imita aquilo que te repudia.

O take nos faz acompanhar o andamento do atentado: começa na reunião de planejamento, continua na travessia contra a vigia do exército, e por fim, de como as guerrilheiras andam no mundo em que não pertencem  até chegarem ao local da implosão.

Finalmente a arte do cinema se revela. As bombas relógio são postas. Os tique-taques são oradores da tragédia e vagarosamente o tempo marcha para a explosão. Nos últimos fios de segundo, antes da morte exalar seu perfume carnal, começam os closes: trabalhadores, mães, crianças, bebês, casais jovens…seres humanos. Enfim, explode.

Lembremos que não é a primeira cena que retrata um atentado. Alguns minutos antes assistimos a um ataque similar ao bairro muçulmano.

 

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A trilha sonora que acompanha o carregar dos corpos inanimados é igual tanto no ataque no bairro muçulmanos, quanto na dos franceses. Por quê?

A sensibilidade do filme mora ai, esse é o “tempero” que buscamos. As duas violências pertencem à contradição da colonização. O filme não busca justificar a violência revolucionária nem expor quem é o certo ou errado. A violência, o preconceito e a marginalização já são produtos da desumanidade. Procurar quem é o mais correto nessa situação é ato falho. Tanto os franceses quanto os argelianos são obrigados a comungar o ódio entre si, porque são gerados dentro do processo de colonização que corrompe a figura humana.

A perda de vida humana nas duas situações e todo esse conflito pesam de forma igual. Por isso, a música fúnebre para as duas situações é a mesma. A trilha sonora e o foco da câmera,  nesse caso, ocupam o espaço de narrador.

Sem favoritismo partidário, todas as situações expostas no filme partem desse núcleo comum: a colonização gera a contradição, logo, a desumanidade. A colonização corrompe na medida que separa a humanidade em colonizador (franceses ou europeus) e colonizado (argelinos ou muçulmanos). O mundo cindido em dois não existe sem essa relação binária. O colonizador é retrato do colonizado, e ambos são pintados no quadro da colonização.
Nisso, podemos tecer todas as sensações que o filme retrata. Desde o menino ambulante sendo rechaçado pela torcida francesa até as torturas praticadas pelo exército. São colonizadores contra colonizados. É violência bestial somente.

Os bairros dos colonizados escantilham em ruas apertadas e bêbadas, seus trajes são panos vagabundos, sua profissão é sempre má vista (seu emprego é a sobra do que seria bom, por exemplo, um lorde nos jogos de azares), sua etnia é sub-representada na televisão, no teatro, nas bonecas barbies, sua música não exala eruditismo o suficiente…o colonizado pouco sabe de onde veio ou para onde vai (carece de temporalidade), produz em si mesmo o reflexo da miséria.  Essa linha de pensamento que atribui as desigualdades à questão colonial é chamada de Terceiro Mundismo. O filme se sustenta em algumas teorias de escritores terceiro-mundistas da época (Frantz Fanon, Albert Memmi e Sartre). É um outro convite que faço, caso queira entender a visão dessa violência e como os intelectuais explicavam esse fenômeno da colonização, basta que leia suas respectivas obras.

Enfim, além de representar o contexto político da batalha, nosso diretor carimbou a estética de seu filme e em inúmeras situações segundo as teorias dos terceiro-mundistas.

O que desejava elucidar era somente isso. O argumento principal do filme é facilmente confundido como  propaganda pró-revolução. Num mundo ideal, não teríamos nenhuma prática de violência ou o binarismo partidário. Eu guardo a lição sensível do filme: é desumano viver  num triste mundo que só aceita 0 e 1 gerados por um sistema indigno.

 

e-guerra• Título Original: Los viajes del viento
• Direção: Ciro Guerra
• Roteiro: Ciro Guerra
• Gênero: Drama, Música                                                     • Origem: Colômbia
• Duração: 117 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Espanhol
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,36 GB
• Qualidade: DVDRip – AVI
• IMDb
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Após a morte da mulher, o ex-menestrel Ignacio Carrillo decide viajar para o norte da Colômbia uma última vez para devolver o acordeão que lhe foi dado pelo seu antigo mentor, e nunca mais tocá-lo. No caminho conhece Fermín, menino que sonha em rodar o país tocando acordeão como fez Ignacio um dia. O velho músico aceita sua companhia, mas tenta convencê-lo a escolher outra coisa, pois a vida de menestrel é marcada pela solidão. Juntos, os dois cruzam a região norte da Colômbia, atravessando o deserto e encontrando a diversidade da cultura caribenha.

 

 

 

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Baixe: LegendasBrasil

fernandes• Título Original: Lugares Comunes
• Direção: Adolfo Aristarain
• Roteiro: Adolfo Aristarain, Kathy Saavedra, Lorenzo F. Aristarain
• Gênero: Drama
• Origem: Argentina
• Duração: 110 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Espanhol
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 695 MB
• Qualidade: DVDRip – AVI
IMDb
• Trailer

A vida de um professor universitário argentino muda radicalmente depois que ele é obrigado – por decreto – a se aposentar. Ao lado de sua mulher, com quem forma um casal apaixonado e dedicado, viaja para a Espanha. Na volta, procura uma nova ocupação mudando-se para uma fazenda.

 

 

TORRENT

 

 

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blue-jasmine-poster• Título Original: Blue Jasmine
• Direção: Woody Allen
• Roteiro: Woody Allen
• Gênero: Drama
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 98 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,44 GB
• Qualidade: 1080p – Mp4
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Jasmine (Cate Blanchett) vive na alta sociedade em Nova York. Sua vida muda completamente quando ela separa-se do marido e perde todo seu dinheiro. Com isto ela é obrigada a ir morar com sua modesta irmã em São Francisco. Agora, distante de seu luxuoso universo, Jasmine precisará reorganizar toda sua vida.

 

 

TORRENT

 

 

Baixe: LegendasBrasil

Então pessoal, como eu tinha dito anteriormente, estava sendo cogitado ser feita uma ”vaquinha” online para ajudar a manter o site no ar. Já haviamos pensando em um tipo de arrecadação, mas estávamos esperando resolver esses problemas de pishing, e montar uma equipe completa (o que é difícil), para manter sempre o site na ativa e com material diferenciado. Mas, enquanto isso não acontece, foi criado um lugar para arrecadação pelo catarse.

Vale lembrar que é opcional ajudar, ninguém estará sendo obrigado, nem vai ter pedidos cortados nem nada do gênero.

Abraços.

Dia 21/10 o site ficara off novamente, mas por que acaba o prazo do pagamento semestral e eu não tenho plena certeza se vai dar para efetuar o pagamento até lá, então deixarei logo todos avisados disso para baixarem oque puderem logo. Caso tenha algum link off me avisem logo pela página ou pelo próprio site.

Como uma pequena parte agora é pelo link direto e você está sem muito espaço para baixar um monte de filme logo, coloque ele para baixar e quando ele começar a semear você apaga o link do torrent, vai em Meu Computador> Disco Local> Usuários> User> Appdata> Roaming> Utorrent. Lá ficará todos os links dos torrents.

Obs: Algumas pessoas no facebook falaram em fazer uma vaquinha online. Iremos planejar melhor isso ai.

Abraços.

Dark Side of The Moon X Mágico de Oz (1939)

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Você, provavelmente já deve ter escutado algo sobre a possível fonte de inspiração da banda Pink Floyd para criar o álbum Dark Side of The Moon (1973). Ou, pelo menos, já ouviu falar que se colocássemos o áudio do álbum por cima do filme O Mágico de Oz (1939), teríamos uma verdadeira ópera rock. Os fãs da banda, chamam esse efeito de “Dark Side of The Rainbow”(combinação do nome do álbum, com o nome da principal música do filme “Over The Rainbow”). De tão comentada, esta teoria já se tornou parte da cultura popular, embora até hoje ninguém saiba de onde veio a ideia de unir essas duas obras de arte e se elas realmente tem um elo proposital. O que se sabe é que em 1994, fãs de Pink Floyd levantaram a questão sobre esse fenômeno no grupo de discussão da Usenet. Apesar de muitas evidências audiovisuais (de uma obra completando a outra), a banda nega até hoje essa relação, e diz que foi somente uma coincidência. Mas será mesmo?

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A sincronização dessas duas obras, se dá a partir do momento em que o leão de apresentação da produtora MGM dá o seu terceiro rugido na introdução do filme. Neste momento, o álbum musical é rodado e depois, o áudio do filme é pausado, ou seja, fica somente o álbum tocando. E assim, o Dark Side of The Moon vai rodar por duas vezes e meia para dar o tempo total do filme. Mas por incrível que pareça, até durante nas repetições do álbum, as cenas se encaixam perfeitamente com as canções.

 

 

Agora veja você mesmo essa teoria em prática: YOUTUBE/DARKSIDEOFRAINBOW

 

 

Segundo o site muitointeressante fãs de todo o mundo reuniram mais de cem momentos de conexões entre o filme e o disco. Abaixo alguns desses momentos
– 04m03s: O verso “balanced on the biggest wave” é cantado justamente quando Dorothy está se equilibrando na cerca e a música. “On The Run”, com seu início tenso, começa precisamente quando Dorothy cai.

– 07m50s: A cena de Dorothy cantando “Over The Rainbow” é cortada justamente no momento em que se inicia a música “Time”, e que coincide com a chegada da bruxa. Os repiques e sinos na música além de mudar totalmente o clima da cena faz parecer que o som vem da bicicleta da velha avarenta.


– 15m50s: Quando o tornado se inicia, o disco toca “The Great Gig In The Sky” (O Grande Espetáculo No Céu), e a bateria começa justamente quando o vento começa a se intensificar.

– 19m30s: Dorothy abre uma porta e o filme fica colorido exatamente no começo da faixa “Money”. Seria referência aos tijolos amarelos e sua relação com ouro/riqueza? Ou com o altíssimo custo do filme pra época? Seria então a porta no filme o que é o prisma na capa do álbum? Ninguém pode confirmar, mas que é de explodir a cabeça, é!

– 42m30s: A batida do coração começa a tocar no mesmo momento em que Dorothy, acompanhada do espantalho, bate no peito do homem de lata (que afirma não possuir um: coração!).

pinkfloyd44E para quem acha que as supostas ligações entre essas obras são simplesmente superficiais, se engana. As possíveis relações entre elas vão muito além de suas aparências! Por mais incrível que pareça, elas também podem estar interligadas em seus significados poéticos. Primeiro em seu título “Dark Side of The Moon” (Lado Escuro da Lua), que apesar de muitas possíveis interpretações, uma delas coincide diretamente com a mensagem que o Magico de Oz passa. No filme, a interpretação imediata que podemos ter da história, é que seus personagens já possuíam dentro de si, tudo o que buscavam. Eles só não haviam descoberto isso antes. Sendo assim, o homem de lata já tinha o coração, o espantalho já possuía a inteligência e o Leão; a coragem. Todos eles tinham seus respectivos “lado escuro/oculto da lua.”

Outro ponto importante é a arte do álbum Dark Side of The Moon. Na capa do álbum há um raio de luz branca que bate no prisma e sai do outro lado colorido, e, já na contra capa é o contrário: o raio de luz colorido entra no prisma, e sai branco. Como vimos no filme, a fotografia começa seu tom em preto e branco depois fica colorida, até oscilar novamente para o preto e branco. Além disso, tem a capa de um outro álbum do Pink Floyd chamado “Pulse” (que possui uma performance inteira ao vivo de The Dark Side of The Moon) que dizem conter vários elementos que rementem ao filme do Mágico de Oz. Veja alguns:

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Imagens: Muitointeressante

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Entre muitos outros elementos que podemos encontrar, esses são alguns que mostram evidências dessa possível relação. Porém, tudo isso são apenas hipóteses do que pode realmente ser verdade. E então: você acha que essa teoria faz sentido, e o Pink Floyd escreveu um álbum inteiro inspirado no Mágico de Oz? Ou tudo isso é uma grande obra do acaso?

 

Baixe o Mágico de Oz E também The dark Side of Rainbow

Kaio Cesar

Olá pessoal aqui quem fala é o Upload Yunes e eu gostaria de deixar meu whatsapp ( 84 996084093) para quem quiser entrar em contato para remeter um problema imediato, recomendar filmes ou simplesmente apenas debater sobre.

Não é raro que Lars Von Trier nos presentei com filmes belos. Nada de novidade nisso. Porém, aqui, destaco em específico o “Europa”. Lançado em 1991, conta com um elenco de ponta: Barbara Sukowa, Jean-Marc, Eddie Constatine e outros (destaquei os meus preferidos).  A ambiência de “Europa” é no ano de 1945, na Alemanha supostamente salvaguardada pelos aliados. O cenário da história desenvolve-se na medida em que os trilhos são pisoteados pela rodas do trem “Zentropa”, e a trama é consolidada entre as idas e vindas de Munique à Frankfurt. O protagonista é o aspirante à condutor chefe, Leopold Kessler, recém chegado de Nova Iorque.

Antes de continuar, recomendo fortemente que assista ao filme, e só então, que prossiga com a leitura. Os spoilers estão presentes nesse texto.  Eis o filme: http://cinemacultura.com/?p=5551

O filme brinca com a  história do pós-guerra nazista, flertando livremente com a ficção. Será que esse tipo de filme possui alguma validade histórica? Será que contribui para algum entendimento da Alemanha recém derrotada? Como absorver o conteúdo histórico por meio dessa obra “lars-vontriana” ?

Para iniciar, ressalvo: a história, que alguns chamam de narração, ciência e até ficção, não é sucedida por fatos lógicos, teleológicos e previsíveis. A rainha do tempo é imprevisível, incalculável, transformista e por vezes nostálgica.  A grande desvantagem do entendimento de que fatos lógicos são igualmente correlacionados à história, é a perca da oportunidade de entender o dinamismo da realidade. Exemplo: “Ao final da guerra, os aliados livram a Alemanha do nazismo, libertam os judeus dos campos de concentração e restauram a ordem”. Essa afirmação é mentirosa? Não, porém,  reduz o passado. Esse conjunto de informação que descrevi são denominados dados históricos, que ao ser adotado como história, constroem  uma imagem minimalista. A função dos dados históricos é servir de sustento para narrações e análises de terceiros (tal como o filme faz, ao escolher como tema o fim da Segunda Guerra). Pois bem, o que é história, afinal? A resposta é simples. História é a prática da alteridade ao estudar outros seres humanos numa temporalidade diferente. A alteridade reina nas tentativas de se aproximar do passado respeitando seu ritmo de respiração. É, no caso da temática do filme, enxergar a miséria do pós-guerra nazista, entender os pequenos resquícios de resistência patriótica e as parcerias entre a elite alemã ferroviária e o governo norte-americano. Esses são os ares específicos do ano de 1945 construído pelo filme com base numa possível realidade histórica.

Entenda, a história deverá fugir das interpretações dicotômicas, e deverá ser enxergada no equilibro  das contradições, complexidades e flutuações do passado. A alteridade mora aqui, na tentativa exausta de entender o passado do outro dentro de seu contexto.

O filme te ajudaria com isso? Certamente. Lançado na década de 90, “Europa” é conduzida por uma outra abordagem sobre a interferência dos americanos na Alemanha. É uma paisagem inversa da narrativa em que os Estados Unidos triunfa contra a tirania do nazismo e de imediato instante, restaura a paz. Lembre-se, Von Trier é dinamarquês, não haveria certa aversão sua em relação à narração simplista e gloriosa da interferência dos EUA na Europa?

Para ir além da dicotomia “Europa” precisou encontrar o equilíbrio entre a narrativa americana e a  narrativa dos vencidos. Porém, a ótica do filme escolhe iluminar as veias germânicas ainda em processo de sangria. O triunfo do filme histórico é esse: ampliar o entendimento do passado por meio de novas narrativas na medida em que foge das narrações minimalistas, e exatamente por isso, exala validade histórica. Esse tipo de trabalho artístico nos leva à indagar um passado conhecido por outra perspectiva.

Nosso papel como telespectador é aprender novas narrativas históricas e questionar até que ponto essas narrativas podem acertar sobre o passado. Toda manipulação da história poderá lhe entregar alguma lição, melhor é aquela que exercite sua alteridade.

Com a ideia de entender o passado pelo seu dinamismo, e não pela sequência lógica dos fatos, irei caminhar por algumas cenas do filme. Isso auxiliará você a se aproximar do ano de 1945 na Alemanha, só que, por outros ângulos.

A hipnose é fantástica. Na contagem até 10 você é transportado para a Europa na pele do recém chegado Kessler. Ao caminhar para o encontro de seu tio,  é saudado de forma fria. O primeiro retrato da Alemanha é esse: ambiente hostil e nada hospitaleiro.

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Chove na maior parte das cenas, como também neva. As lágrimas dos germanos estão por todos os lados. Os escombros e destroços enfeitam a calçada como flores. A casa dos senhorios dos trilhos é esburacada. Cenário que desconvida, que expulsa lares, que te desabriga. Pense. Que retrato da Alemanha o filme tenta lhe mostrar?

As falas do “uncle” Kessler esbanja amargura. Na intimidade, bebe. Quer calar sua depressão por  afogamento alcoólico. Em uma de suas falas relata a sensação instável dentro do trem. Não se sabe se vai para frente ou para trás, se avança ou recua. A dúvida de todos: para onde o trem da história caminha? Qual caminho trilhar se em todo lado a miséria grita? A instabilidade gera a sensação de medo, incompreensão e expectativa do que virá a acontecer. Em momento de crise (tal como agora no Brasil)  é difícil enxergar o caminho da carroceria.

Os americanos misericordiosos! Interrompem enterros e conspiram politicamente com judeus e ex-nazistas. Ora, não é realmente possível que naquela situação houvesse negociatas entre o governo dos EUA e as elites que apoiaram os nazistas? Seria possível reconstruir a Alemanha sem essas figuras de poder? Será correto a parceria norte-americana com um senhor, cujo vagão transportava judeus para serem sufocados pelos gases? Você consegue sentir os emaranhados contraditórios que o passado pode carregar?

Existe a crise. A economia castiga ao implantar a fome na população. A dica da crise é dada na fala satírica de Kessler ao afirmar que “Para trabalhar, deve-se pagar”, ou nos últimos vagões com humanos cadavéricos , ou nas crianças pedintes, ou nas…

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A guerra não cessa. Recorde da sorrateira tentativa do coronel Harris de usar Kessler para a captura da Sra. Hartmann, ou do assassinato do prefeito nomeado pelos aliados…ora, não tinha acabado a guerra? Quando encerra-se alguma guerra, será que a imediata paz brota no território? O detalhe das crianças como assassinas é a ilustração da desumanidade causada pelo conflito ainda vivo.

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Zentropa é a esperança germânica. A cena com cor denuncia o afeto e orgulho alemão! Até o amargurado tio solta uma lágrima. Muito simbólico são as pessoas puxando o trem pelas mãos. Haverá esperança, mesmo no destroço, e caberá ao povo carregar esse “fardo”.

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Kessler é o condutor do trem e da história. Você é lançado para esse cenário cru, grosso, hostil, tal como Kessler é lançado para o jantar da família Hartmann. De surpresa, nos é servido as grossas contradições de um lugar supostamente salvo pelos aliados. Intrigas e interesses…tudo é confuso. Kessler tem seu momento de paz quando se casa e quando morre. No amor e no fim da vida.

Belo, belíssimo filme!

Por fim, a lição: o conteúdo histórico pode ser adquirido por qualquer material de ficção (cultura) quando em sua proposta de execução cria vazão para imaginar outras narrações sobre os dados históricos, e que, por consequência,  gera dúvidas sobre as versões “oficiais” dos acontecimentos históricos.

Lars orquestra seu filme perfeitamente: não há cores vívidas num ambiente cruel.

Sua narrativa é alimentada por um intuito antiamericano? Talvez sim. De qualquer forma, sua narração abre novas oportunidades de leitura do passado e nos atiça à pratica da alteridade.

Encerra-se a locomotiva sob o luar da Europa, a correnteza que carrega o cadáver anuncia nossa última estação. Ficará dessa viagem a imagem de um lugar sofrido, miserável, contraditório e conflituoso. Ganhamos uma outra perspectiva da história de igual semelhança do retrato europeu em pós-guerra: de tristeza.

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metal-a-headbangers-journey.17076• Título Original: Metal: A Headbanger’s Journey
• Direção: Jessica Joy Wise, Sam Dunn, Scot McFadyen
• Roteiro: Jessica Joy Wise, Sam Dunn, Scot McFadyen
• Gênero: Documentário
• Origem: Canadá
• Duração: 96 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 703 MB
• Qualidade: DVDRip – MKV
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O documentário apresenta o antropólogo canadense Sam Dunn de 31 anos, que se tornou fã do heavy metal aos 12 anos, em jornada pelo mundo obtendo as mais diversas opiniões e perspectivas sobre o gênero musical conhecido por heavy metal, incluindo as suas origens, temáticas, estéticas, controvérsias, bem como as razões pelas quais tanto é admirado e amado pelas mais diversas pessoas.

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AS• Título Original: Miyamoto Musashi
• Direção: Hiroshi Inagaki
• Roteiro: Hideji Hôjô,Eiji Yoshikawa,Hiroshi Inagaki,Tokuhei Wakao
• Gênero: Ação/Aventura/Biografia/Drama
• Origem: Japão
• Duração: 93 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Japonês
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,3 GB
• Qualidade: DVDrip – AVI
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Interior do Japão, século XVII. Durante a guerra civil que toma o país, o jovem Miyamoto sonha com a glória militar, mas acaba se tornando um fugitivo. Sua vida muda quando é salvo por um monge, que lhe ensinará o caminho da espada para se tornar um samurai.

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334. The Magnificent Ambersons (1942)• Título Original:The Magnificent Ambersons
• Direção: Orson Welles
• Roteiro: Orson Welles, Booth Tarkington (Livro)
• Gênero: Drama, Romance
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 88 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Preto e Branco
• Tamanho: 707 MB
• Qualidade: DVDRip – AVI
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Indianápolis, final do século XIX. A família Amberson se revela relutante em acompanhar as transformações que a rodeiam. Uma mulher desperdiça sua vida ao deixar de se casar com sua grande paixão por dois motivos: o primeiro foi em razão de uma serenata na qual houve um pequeno acidente, que fez com que ela se sentisse ridícula e acabasse se casando com um homem que não amava. O segundo foi a interferência do único filho na vida da mãe. Quando este homem, agora viúvo assim como ela, tenta se reaproximar, o filho por pura estupidez bate a porta na sua cara.

 

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Adeus-a-Linguagem• Título Original: Adieu au langag
• Direção: Jean-Luc Godard
• Roteiro: Jean-Luc Godard
• Gênero: Drama
• Origem: França
• Duração: 70 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês, Francês
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
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Um marido e sua mulher vivem um relacionamento marcado pela falta de comunicação, uma vez que os dois não falam a mesma língua. O cachorro deles, então, resolve intervir e falar. O longa marca a estreia do cultuado diretor francês Jean-Luc Godard no formato 3D. Héloise Godet, Zoe Bruneau, Kamel Abdelli, Richard Chevalier e Jessica Erickson integram o elenco.

 

TORRENT (3,27 GB, 720p, MKV)

ou

TORRENT (9,53 GB, 1080p + 3D, MKV)

venus• Título Original: La Vénus à la Fourrure
• Direção: Roman Polanski
• Roteiro: Roman Polanski
• Gênero: Drama
• Origem: França, Polônia
• Duração: 96 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Francês, Alemão
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 834 MB
• Qualidade: 720p – MKV
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Adaptação para o cinema da peça teatral homônima, que apresenta a história de Thomas, um jovem dramaturgo que se desespera para encontrar uma atriz principal para sua nova peça. Uma jovem atriz chamada Vanda atende o chamado no último momento e logo os dois se envolvem em uma relação de dominação e submissão.

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por Diego C. Smirne
d.c.smirne@gmail.com

A força de Star Wars (com o perdão do trocadilho) na cultura popular é uma coisa assombrosa. É tão difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar na saga e em seus míticos personagens quanto uma pessoa que não saiba quem é o Pelé. Mas, é claro, assim como muita gente não gosta de futebol e nunca viu uma jogada do Rei, há ainda muitos que não conhecem de fato o universo da Guerra nas Estrelas. Com a chegada do sétimo episódio da franquia, Star Wars: o Despertar da Força (Star Wars: the Force Awakens, 2015), a legião de fãs está em alvoroço e não se fala em outra coisa, deixando aqueles que não assistiram aos filmes tão isolados quanto os habitantes do desértico planeta Tatooine. A pressão (e a propaganda) para atender ao chamado da Forca é insuportável, e não há melhor oportunidade para fazê-lo do que agora.

Trailer de O Despertar da Força: Ela está por toda parte

Para esses padawans em potencial, porém, pode haver uma dificuldade na hora de começar a jornada. A saga de Star Wars é composta por duas trilogias, a primeira lançada entre 1977 e 1983, e a mais recente entre 1999 e 2005. O problema é que esta última é um prequel para a trilogia clássica, ou seja, os episódios mais antigos são o IV, V e VI, e os novos são I, II e III. Como tudo no mundo dos nerds vira tema para acaloradas e intermináveis discussões, é óbvio que surgiria a questão: qual a ordem “correta” para se assistir aos filmes?

Para o horror das vítimas do transtorno obsessivo-compulsivo, o famoso TOC, é quase um consenso que o melhor é começar pelos episódios IV, V e VI, para depois ver I, II e III – isto é, de acordo com o lançamento dos filmes. Há também um consenso de que qualquer uma das ordens, tanto a de lançamento quanto a cronológica (começando a partir do episódio I), possui falhas e vantagens. Daí, acabou surgindo ainda outra ordem, à qual chegaremos mais tarde.

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A sequência clássica, seguindo a ordem de lançamento dos episódios: IV-V-VI-I-II-III

Como já foi dito, os três filmes mais recentes são um prequel dos três primeiros, portanto a história dos episódios I, II e III serve como background para o que ocorreu na épica trilogia original. É uma trilogia muito mais focada no desenvolvimento dos personagens mais importantes da saga do que numa história própria. Por si só, isso traz seus pontos positivos e negativos. Um dos pontos positivos é que, assistindo a partir do primeiro episódio, cria-se um vínculo totalmente diferente com o icônico personagem Darth Vader. Não que seja preciso muito para se identificar com ele – é natural que nos identifiquemos com os vilões de certas histórias, especialmente um vilão com o carisma e a mística de Vader. Mas, quando chegamos à trilogia clássica após acompanhar os passos do personagem até unir-se ao Lado Sombrio da Força (e os motivos pelos quais isso ocorre), é até difícil vê-lo como o tirano maligno que aqueles que assistiram primeiro aos episódios IV, V e VI veem. Se alguns não julgam isso positivo, é no mínimo interessante.

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A ordem dos episódios cria um vínculo entre o espectador e Darth Vader desde suas origens

Para quem tem fetiche por efeitos especiais – coisa cada vez mais comum nas novas gerações, acostumadas aos blockbusters de ação cheios de explosões, pirotecnia e animações computadorizadas -, seguir a ordem dos episódios pode gerar um baque negativo após o fim da trilogia moderna. Obviamente os filmes gravados em 1999, 2002 e 2005 contam com tecnologia muito superior aos produzidos em 1977, 1980 e 1983. Um espectador desavisado, no entanto, pode achar ridículo o boneco usado para personificar Yoda em relação ao Mestre Jedi gerado por computador, por exemplo. É bom que se tenha noção da época em que foi lançado cada filme para que esse choque seja minimizado, caso se opte pela ordem numérica dos episódios.

Porém, não há como escapar de uma das principais críticas feitas pelos defensores da ordem de lançamento: o episódio I, Star Wars: A Ameaça Fantasma (Star Wars: The Phantom Menace, 1999), é insosso. Começar uma maratona de seis filmes por aquele que é visto quase unanimemente como o pior de todos eles é correr um grande risco de criar uma primeira impressão errada do épico que está por vir. Além disso, por ser uma trilogia focada mais nos personagens do que na história em si, talvez faça mais sentido saber antes o que fizeram esses personagens para merecer tamanho interesse.

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Seria uma armadilha adotar a sequência I-II-III-IV-V-VI?

O contraponto disso é que, devido à popularidade de Star Wars e ao tempo pelo qual ela se estende, muitos dos que assistem pela primeira vez já têm alguma noção do que acontece na trilogia original. Conhecem inclusive, infelizmente, o que é um dos maiores plot twists da história do cinema, e que acabou tornando-se um dos maiores spoilers dela (o qual não será mencionado mais a fundo para o caso de ainda haver um leitor abençoado que não saiba do que se trata). Se não fosse de conhecimento público o teor dessa virada drástica no enredo da saga, sem dúvida seria um crime iniciar-se no universo de Star Wars pela ordem dos episódios, pois ela estraga completamente a “surpresa”.

Incomodado com as falhas que cada uma das ordens mais óbvias possuem, o programador e desenvolvedor de softwares americano Rod Hilton propôs uma nova sequência: a Machete Order, ou, em tradução livre, Ordem do Facão, que seguiria na ordem dos episódios IV, V, II, III e VI. Ela não só mistura as trilogias, como literalmente corta um pedaço de uma delas: justamente o enfadonho episódio I.

De acordo com Hilton, A Ameaça Fantasma é tão absolutamente irrelevante para o enredo e o desenvolvimento dos personagens que se dá na trilogia moderna que seria melhor se fosse visto apenas como um spin-off, um complemento à história, caso restem dúvidas quanto às origens dela. Ele argumenta que a “eliminação” do episódio não traz quase nenhum prejuízo ao entendimento dos filmes, exceto por algumas lacunas no retorno de Anakin Skywalker ao planeta Tatooine, que seriam solucionadas pela sugestão de assistir a A Ameaça Fantasma apenas como um complemento, e não como o primeiro filme da saga, carregado de importância e expectativa.

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A Ordem Machete: IV-V-II-III-VI; o episódio I é cortado

À parte o nada ortodoxo corte a um dos filmes de George Lucas, a Machete Order propõe melhorar o andamento da história, amplificando seus grandes momentos. Após assistir aos episódios IV e V e ver neste último a grande revelação da trilogia, o espectador é levado a um grande flashback nos episódios II e III, que explicam o que originou os fatos dos episódios seguintes, e finaliza triunfalmente de volta ao episódio VI. Além de tornar mais significativas a revelação do episódio V, a história dos episódios II e III e o desfecho no episódio VI, a sequência de Hilton idealiza mudar o foco da saga, que originalmente seria a trágica história de Darth Vader, e passa a ser a grande epopeia de Luke Skywalker.

A ousadia da proposta de Hilton pode incomodar alguns, e de fato criou-se ainda uma quarta ordem, a de Ernst Rister, que é simplesmente a Ordem Machete com a inserção do episódio I entre o V e o II (portanto IV, V, I, II, III, VI). Porém, essa intervenção alonga demais o efeito flashback pretendido por Hilton. Ainda assim, pode trazer conforto para quem não se conforma em simplesmente reduzir um dos filmes de Lucas a um mero “episódio bônus”.

De todas essas conjecturas, algumas coisas são certas. Somente uma obra atemporal como Star Wars poderia suscitar tamanho furor e devoção por parte de tantas pessoas, de tantas gerações diferentes. Dessas pessoas, muitas tiveram a chance de assistir à trilogia original no cinema – e provavelmente, orgulhosas disso, não admitem outra sequência senão a clássica IV, V, VI, I, II, III; outras tantas assistiram primeiro à nova trilogia quando esta estreou nos cinemas, e foram assim iniciadas no universo de Guerra nas Estrelas; e muitas mais assistirão agora a mais uma trilogia, que dará origem, talvez, a novas ordens, e certamente a muitas polêmicas e discussões. Independentemente de em que sequência se assista à saga de Star Wars, ela sempre cativará novos padawans, com sua trilha sonora formidável, seus personagens carismáticos e a criatividade incrível de George Lucas. A Força cria sua ordem, não importa qual seja.

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kaguya• Título Original: かぐや姫の物語
• Direção: Isao Takahata
• Roteiro: Isao Takahata, Riko Sakaguchi
• Gênero: Animação, Drama, Fantasia
• Origem: Japão
• Duração: 137 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Japonês
• Legenda: PT-BR (Fixa no filme)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,94 GB
• Qualidade: 1080p – MKV
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Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por 5 nobres, dentre eles, o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e punição por suas escolhas..

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MV5BMjE1NTM1NTE5MV5BMl5BanBnXkFtZTcwNzE4NDQyMQ@@._V1_SY317_CR5,0,214,317_AL_• Título original: Kyua
• Direção: Kiyoshi Kurosawa
• Roteiro: Kiyoshi Kurosawa
• Duração: 111 minutos
• Gênero: Policial/Suspense/Terror
• Origem: Japão
• Diálogo: Japonês
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tipo: Longa-metragem
• Tamanho: 1, 01 GB
• Qualidade: DVDRip – AVI
IMDb
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Um detetive( Kôji Yakusho) investiga uma série de estranhos assassinatos ocorridos em Tóquio. Quando consegue capturar um suspeito junto ao corpo da última vítima descobre que o homem exerce estranhos poderes em quem entra em contato com ele. O detetive começa então a tentar descobrir a relação entre este misterioso homem com os crimes.

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76• Título original: The Enforcer
• Direção: James Fargo
• Roteiro: Harry Julian Fink, Rita M. Fink, John Milius,Michael Cimino
• Duração: 96 minutos
• Gênero: Ação, Policial
• Origem: Estados Unidos
• Diálogo: Inglês
• Legenda: PT-BR (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tipo: Longa-metragem
• Tamanho: 700 MB
• Qualidade: 720 – MP4
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Em São Francisco, o detetive Harry Callahan (Clint Eastwood) se vê obrigado a ter uma parceira leal, Kate Moore (Tyne Daly), mas inexperiente, quando os dois tentam capturar um grupo de terroristas que estão deixando a cidade em pânico.

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pele• Título Original: Under the Skin
• Direção: Jonathan Glazer
• Roteiro: Walter Campbell, Jonathan Glazer, Michel Faber
• Gênero: Ficção científica, Suspense
• Origem: Reino Unido, EUA, Suiça
• Duração: 108 minutos
• Legenda: PT (Não incluso)
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Cor: Colorido
• Tamanho: 2,40 GB
• Qualidade:  WebDl – 720 – MKV
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Um alienígena (Scarlett Johansson) chega à Terra e começa a percorrer estradas desertas e paisagens vazias em busca de presas humanas. Sua principal arma é sua sexualidade voraz… Mas ao longo do processo, ela descobre uma inesperada porção de humanidade em si mesma.

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millenium3_1•Título Original: Luftslottet som Sprängdes
• Direção: Daniel Alfredson
• Roteiro: Stieg Larsson (Livro), Ulf Ryberg
• Gênero: Crime, Drama, Suspense
• Origem: Suécia, Alemanha, Dinamarca
• Duração: 146 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Sueco
• Legenda: PT (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1 GB
• Qualidade: DVDRip – Avi
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Depois de ser baleada na cabeça em um tiroteio com seu pai e um capanga dele, Lisbeth Salander sobrevive e está se recuperando no hospital depois de ser encontrada por Mikael Blomkvist. Entretanto, ela terá de enfrentar o tribunal assim que se recuperar, acusada de homicídio. Determinado a provar a inocência dela, o jornalista e seus colegas da revista Millennium irão fundo para encontrar os verdadeiros culpados e achar o elo entre o passado de Lisbeth e as mortes que lhe foram atribuídas. Só que para isso a misteriosa moça terá de abrir o jogo sobre sua origem e sua real motivação.

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gigantte• Título Original: The Iron Giant
• Direção: Brad Bird
• Roteiro: Tim McCanlies, Brad Bird, Ted Hughes
• Gênero: Animação,  Ação,  Aventura
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 86  minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês
• Legenda: PT (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,58 GB
• Qualidade: 720p – Mp4
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Em plenos anos 50, vive no Maine o jovem Hogarth. Quando ele repentinamente encontra um gigantesco robô de origem desconhecida, logo um forte laço de amizade se forma entre os dois. Porém, assim que a existência do robô revelada, um agente do governo logo parte em seu encalço, no intuito de destruí-lo.

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cavalo• Título Original: Spirit: Stallion of the Cimarron
• Direção: Kelly Asbury, Lorna Cook
• Roteiro: John Fusco
• Gênero: Animação, Aventura, Comédia, Faroeste
• Origem: Estados Unidos
• Duração: 83 minutos
• Tipo: Longa-metragem
• Diálogo: Inglês/Espanhol (Dual)
• Legenda: Português (Não incluso)
• Cor: Colorido
• Tamanho: 1,34 GB
• Qualidade: 1080p – Mp4
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No final do século XVII em pleno Oeste norte-americano vive Spirit, um cavalo que resiste a ser domado pelo homem. Ele se apaixona por uma égua local, chamada Chuva, e desenvolve uma grande amizade com um jovem índio Lakota chamado Pequeno Rio. Juntos eles acompanham a colonização do local onde vivem, percebendo as mudanças que a chegada da civilização fazem em seu dia-a-dia.

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